12 outubro 2010
Dilma no debate da Band
*Programa Dilma Presidenta exibido ontem. Contém os melhores momentos do debate na Band.
Para quem não assistiu, ótima oportunidade para conferir a performance dessa mulher guerreira, coerente, preparada e determinada.
Para quem já viu, vale a pena ver de novo!
11 outubro 2010
Sobre o debate da Band

DILMA MOSTROU QUE É BOA DE BRIGA, MESMO!
O tucano não respondeu também sobre não ter honrado sua assinatura - em documento registrado em cartório - onde afirmava que não abandonaria o governo de São Paulo para concorrer novamente (e o fez) , assim como qual mesmo é sua posição sobre os programas Bolsa Família, Prouni, Minha Casa Minha Vida; não foi claro sobre a descriminalização do aborto, sobre o Pré Sal (se, caso ganhe a eleição, irá manter nacionalizado ou vai querer também privatizar?), sobre a onda de calúnias e baixarias produzidas por apoiadores seus contra ela na atual campanha, preconceitos etc. etc.
José 'Mil Caras' Serra enrolou o tempo inteiro, tergiversou, 'trololó pra cá, trololó pra lá,' mostrou-se surpreso com a performance de Dilma; ficou acuado, sem graça, saiu-se muito mal.
Na opinião deste blogueiro (e da absoluta maioria dos internautas que acompanharam e discutiram o debate pelo twitter, em tempo real) Dilma, inequivocamente, foi a grande vencedora desse primeiro debate do 2º turno.
(Atualizada às 8,45 h de 11/10/2010)
09 outubro 2010
A ferocidade dos súditos...

Dilma, mostre que é boa de briga
'O Brasil merece a continuidade do governo Lula em lugar da ferocidade dos eleitores tucanos'
*Por Mino Carta
As reações de milhares de navegantes da internet envolvidos na celebração dos resultados do primeiro turno como se significassem a derrota de Dilma Rousseff exibem toda a ferocidade – dos súditos de José Serra. Sem contar que a pressa de suas conclusões rima sinistramente com ilusões.
Escrevi ferocidade, e não me arrependo. Trata-se de um festival imponente de preconceitos e recalques, de raiva e ódio, de calúnias e mentiras, indigno de um país civilizado e democrático. É o destampatório de vetustos lugares-comuns cultivados por quem se atribui uma primazia de marca sulista em relação a regiões- entendidas como fundões do Brasil. É o coro da arrogância, da prepotência, da ignorância, da vulgaridade.
É razoável supor que essa manifestação de intolerância goze da orquestração tucana, excitada pelo apoio maciço da mídia e pelos motes da campanha serrista. Entre eles, não custa acentuar, a fatídica intervenção da mulher do candidato do PSDB, Mônica, pronta a enxergar na opositora uma assassina de criancinhas. A onda violeta (cor do luto dos ritos católicos) contra a descriminalização do aborto contou com essa notável contribuição.
Ocorre recordar as pregações dos púlpitos italianos e espanhóis: verifica-se que a Igreja Católica não hesita em interferir na vida política de Estados laicos. Não são assassinos de criancinhas, no entanto, os parlamentares portugueses que aprovaram a descriminalização do aborto, em um país de larguíssima maioria católica. É uma lição para todos nós. Dilma Rousseff deixou claro ser contra o aborto “pessoalmente”. Não bastou. Os ricos têm todas as chances de praticar o crime sem correr risco algum. E os pobres? Que se moam.
A propaganda petista houve por bem retirar o assunto de sua pauta. É o que manda o figurino clássico, recuar em tempo hábil. Fernando Henrique Cardoso declarava-se ateu em 1986. Mudou de ideia depois de perder a Prefeitura de São Paulo para Jânio Quadros e imagino que a esta altura não se abstenha aos domingos de uma única, escassa missa. Se não for o caso de comungar.
A política exige certos, teatrais fingimentos. Não creio, porém, que os marqueteiros nativos sejam os melhores mestres em matéria. Esta moda do marqueteiro herdamos dos Estados Unidos, onde os professores são de outro nível, às vezes entre eles surgem psiquiatras de fama mundial e atores consagrados. Em relação ao pleito presidencial, as pesquisas falharam e os marqueteiros do PT também.
Leio nesses dias que Dilma foi explicitamente convidada por autoridades do seu partido a descer do salto alto. Se subiu, de quem a responsabilidade? De todo modo, se salto alto corresponde a uma campanha bem mais séria e correta do que a tucana, reconhecemos nela o mérito da candidata.
Acaba de chegar o momento do confronto direto, dos debates olhos nos olhos. Ao reiterar nosso apoio à candidatura de Dilma Rousseff, acreditamos, isto sim, que ela deva partir firmemente para a briga, o que, aliás, não discreparia do temperamento que lhe atribuem. Não para aderir ao tom leviano e brutalmente difamatório dos adversários, mas para desnudar, sem meias palavras, as diferenças entre o governo Lula e o de FHC. Profundas e concretas, dizem respeito a visões de vida e de mundo, e aos genuínos interesses do País, e a eles somente. Em busca da distribuição da riqueza e da inclusão de porções cada vez maiores da nação, para aproveitar eficazmente o nosso crescimento de emergente vitorioso.
CartaCapital está com Dilma Rousseff porque é a chance da continuidade e do aprofundamento das políticas benéficas promovidas pelo presidente Lula. E também porque o adágio virulento das reações tucanas soletra o desastre que o Brasil viveria ao cair em mãos tão ferozes.
P.S. Bem a propósito: a demissão de Maria Rita Kehl por ter defendido na sua coluna do Estado de S. Paulo a ascensão social das classes mais pobres prova que quem constantemente declara ameaçada a liberdade de imprensa não a pratica no seu rincão.
*Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da TardeFonte: sítio da Carta Capital - http://www.cartacapital.com.br
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'O Brasil não quer voltar ao passado'

O que está em jogo no 2º turno
José Dirceu escreve:
Mas a campanha apoiada na popularidade de Lula, maior que os 47 milhões de votos da Dilma e na aliança que a apoiou no primeiro turno, tudo indica que o segundo turno transcenderá a essas questões. Dependerá dos votos nulos e brancos, da abstenção, já que os 20 milhões de votos da Marina, divididos de certa forma em votos progressistas e conservadores, podem se dividir de forma igual entre Dilma e Serra, com uma parcela optando pela abstenção, que foi 27,72% no primeiro turno, voto nulo ou branco.
A direção do PV fortemente ligada aos tucanos, particularmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, já optou por Serra, embora Marina e o conjunto de forças políticas e sociais que dirigiram sua campanha tenham um projeto que vai além dessa eleição e se recusam a apoiar Serra. Tendem a neutralidade, deixando ao eleitor a decisão com base no programa que Marina defendeu na eleição e agora reapresenta aos candidatos e aos eleitores.
Haverá daqui até dia 31 uma disputa do voto conservador, que Serra tenta capturar via a exploração perigosa e intolerante da questão religiosa, com graves conseqüências para nossa vida democrática e nossa convivência ecumênica e pacífica que devemos disputar com base nos avanços do governo Lula, todos sob risco no caso de uma vitória de Serra, sem deixar de responder a questão religiosa, seja da liberdade de culto, seja do abordo.
Mas o que decidirá a eleição é a manutenção dos 47 milhões de votos em Dilma e a disputa dos votos progressistas de Marina, com base em nossos compromissos democráticos, progressistas, ambientais, políticos, econômicos e sociais. E, para além da disputa do voto dado a Marina, a eleição no segundo turno, sem as eleições para governador, senador e deputados, em 19 estados que concentram 86% do eleitorado, será decidida pela força do apoio de Lula, do PT e dos aliados, dos governadores, senadores e deputados eleitos, dos prefeitos e vereadores que apoiaram Dilma no primeiro turno.
A eleição não será decidida apenas na TV e nos debates, mas nas ruas, casas, bairros, entidades, igrejas, empresas, sindicatos e movimentos. Temos que nos mobilizar para esse corpo a corpo e esse debate democrático que transcende, aliás como no primeiro turno, os meios de comunicação. Mais uma vez nossa militância é chamada a luta e ao debate e nossos movimentos sociais, intelectuais, artistas e profissionais, formadores de opinião, devem se fazer presentes, já que uma derrota significa um retrocesso histórico nas mudanças que iniciamos no Brasil.
O Brasil não quer voltar ao passado, apóia e confia no presidente Lula e em seu governo, sua continuidade é a garantia de vitória no dia 31. Cabe a nós convencer o Brasil que nossa candidata representa essa continuidade e está a altura de garantir as mudanças que Lula iniciou no Brasil.
* Do Blog do Zé Dirceu - http://www.zedirceu.com.br/
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08 outubro 2010
O agradecimento de TARSO GENRO
*Tarso Genro (PT/RS), governador-eleito dos gaúchos, agradece o apoio que teve da militância e dos internautas nestas eleições.
Hasta Siempre Comandante!
Hasta siempre comandante Che Guevara
Aprendimos a quererte
Desde la histórica altura
Donde el sol de tu bravura
Le puso un cerco a la muerte.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Tu mano gloriosa y fuerte
Sobre la historia dispara
Cuando todo Santa Clara
Se despierta para verte.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Vienes quemando la brisa
Con soles de primavera
Para plantar la bandera
Con la luz de tu sonrisa.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Tu amor revolucionario
Te conduce a nueva empresa
Donde esperan la firmeza
De tu brazo libertario.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Seguiremos adelante
Como junto a ti seguimos
Y con Fidel te decimos:
Hasta siempre comandante.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Carlos Puebla
07 outubro 2010
Medidas contra a 'guerra suja'

PT vai intensificar combate à "guerra suja" de boatos contra Dilma
Brasília/DF - O Partido dos Trabalhadores anunciou nesta quinta-feira (7) medidas importantes para combater os boatos e as falsidades contra a campanha de Dilma Rousseff.
A coligação Para o Brasil Seguir Mudando lançará um manifesto para acabar com a "guerra suja" vista no final do primeiro turno das eleições presidenciais e no iníco da campanha do segundo turno, principalmente através da internet com a proliferação de e-mails falsos e agressivos contra Dilma.
No documento, além de combate à boataria, os partidos da coligação querem comparar os projetos das gestões Lula e Fernando Henrique Cardoso. Também apontarão os problemas questionamentos sobre as privatizações dos anos 90, a dependência de programas do Fundo Monetário Internacional e sobre o marco regulatório do pré-sal, que mudou o sistema de concessão para o sistema de partilha de produção de campos de petróleo.
“Vamos continuar fazendo uma campanha de debate de idéias, de projetos. Todas as vezes que nos sentirmos caluniados, atacados, todas as vezes que detectarmos prática de crimes vamos recorrer aos órgãos competentes", garante Dutra.
O PT também vai entrar nesta sexta-feira (8) com um pedido à Polícia Federal (PF) para investigar a autoria do panfleto apócrifo distribuído ontem (6) no encontro nacional do PSDB e aliados que apóiam a candidatura de José Serra. O texto orienta como difundir uma campanha contra Dilma na internet. O caso foi noticiado no blog do jornalista Fernando Rodrigues.
"O manifesto faz uma análise do primeiro turno e contém uma avaliação de como deve ser a discussão do segundo turno, que vai balizar a ação política da militância do PT e dos partidos aliados", disse o presidente do PT, José Eduardo Dutra, após reunião da Executiva Nacional do partido, em Brasília.
"Queremos evitar e repelir esta verdadeira guerra suja que está sendo feita por alguns setores, tentando inclusive colocar temas religiosas como centro de uma disputa eleitoral", enfatizou Dutra.
Assista aqui a entrevista do presidente do PT
*Fonte: sítio do PT Nacional
Foto: Membros da TFP, organização fascista vinculada aos setores ultradireitistas da Igreja Católica (arquivo Google)
06 outubro 2010
A Missão de Marina

'Há dois projetos em ação'
*Por Leonardo Boff
O Brasil está ainda em construção. Somos inteiros mas não acabados. Nas bases e nas discussões políticas sempre se suscita a questão: que Brasil finalmente queremos?
É então que surgem os vários projetos políticos elaborados a partir de forças sociais com seus interesses econômicos e ideológicos com os quais pretendem moldar o Brasil.
Agora, no segundo turno das eleições presidenciais, tais projetos repontam com clareza. É importante o cidadão consciente dar-se conta do que está em jogo para além das palavras e promessas e se colocar criticamente a questão: qual dos projetos atende melhor às urgências das maiorias que sempre foram as “humilhadas e ofendidas” e consideradas “zeros econômicos” pelo pouco que produzem e consomem.
Essas maiorias conseguiram se organizar, criar sua consciência própria, elaborar o seu projeto de Brasil e digamos, sinceramente, chegaram a fazer de alguém de seu meio, Presidente do pais, Luiz Inácio Lula da Silva. Foi uma virada de magnitude histórica.
Há dois projetos em ação: um é o neoliberal ainda vigente no mundo e no Brasil apesar da derrota de suas principais teses na crise econômico-financeira de 2008. Esse nome visa dissimular aos olhos de todos, o caráter altamente depredador do processo de acumulação, concentrador de renda que tem como contrapartida o aumento vertiginoso das injustiças, da exclusão e da fome. Para facilitar a dominação do capital mundializado, procura-se enfraquecer o Estado, flexibilizar as legislações e privatizar os setores rentáveis dos bens públicos.
O Brasil sob o governo de Fernando Henrique Cardoso embarcou alegremente neste barco a ponto de no final de seu mandato quase afundar o Brasil. Para dar certo, ele postulou uma população menor do que aquela existente. Cresceu a multidão dos excluidos. Os pequenos ensaios de inclusão foram apenas ensaios para disfarçar as contradições inocultáveis.
Os portadores deste projeto são aqueles partidos ou coligações, encabeçados pelo PSDB que sempre estiveram no poder com seus fartos benesses. Este projeto prolonga a lógica do colonialismo, do neocolonialismo e do globocolonialismo pois sempre se atém aos ditames dos paises centrais.
José Serra, do PSDB, representa esse ideário. Por detrás dele estão o agrobusiness, o latifúndio tecnicamente moderno e ideologicamente retrógrado, parte da burguesia financeira e industrial. É o núcleo central do velho Brasil das elites que precisamos vencer pois elas sempre procuram abortar a chance de um Brasil moderno com uma democracia inclusiva.
O outro projeto é o da democracia social e popular do PT. Sua base social é o povo organizado e todos aqueles que pela vida afora se empenharam por um outro Brasil. Este projeto se constrói de baixo para cima e de dentro para fora. Que forjar uma nação autônoma, capaz de democratizar a cidadania, mobilizar a sociedade e o Estado para erradicar, a curto prazo, a fome e a pobreza, garantir um desenvolvimento social includente que diminua as desigualdades. Esse projeto quer um Brasil aberto ao diálogo com todos, visa a integração continental e pratica uma política externa autônoma, fundada no ganha-ganha e não na truculência do mais forte.
Ora, o governo Lula deu corpo a este projeto. Produziu uma inclusão social de mais de 30 milhões e uma diminuição do fosso entre ricos e pobres nunca assistido em nossa história. Representou em termos políticos uma revolução social de cunho popular pois deu novo rumo ao nosso destino. Essa virada deve ser mantida pois faz bem a todos, principalmente às grandes maiorias, pois lhes devolveu a dignidade negada.
Dilma Rousseff se propõe garantir e aprofundar a continuidade deste projeto que deu certo. Muito foi feito, mas muito falta ainda por fazer, pois a chaga social dura já há séculos e sangra.
É aquí que entra a missão de Marina Silva com seus cerca de vinte milhões de votos. Ela mostrou que há uma faceta significativa do eleitorado que quer enriquecer o projeto da democracia social e popular. Esta precisa assumir estrategicamente a questão da natureza, impedir sua devastação pelas monoculturas, ensaiar uma nova benevolência para com a Mãe Terra. Marina em sua campanha lançou esse programa. Seguramente se inclinará para o lado de onde veio, o PT, que ajudou a construir e agora a enriquecer. Cabe ao PT escutar esta voz que vem das ruas e com humildade saber abrir-se ao ambiental proposto por Marina Silva.
Sonhamos com uma democracia social, popular e ecológica que reconcilie ser humano e natureza para garantir um futuro comum feliz para nós e para a humanidade que nos olha cheia de esperança.
(*) Leonardo Boff é teólogo
Fonte: Agência Carta Maior
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05 outubro 2010
VENCEREMOS!

Car@ militante,
Faltou muito pouco para a festa ser completa e definitiva. Mas temos certeza que com o seu apoio vamos eleger, no próximo dia 31, a primeira mulher presidenta do Brasil.
É hora de manter a militância acesa e jamais desanimar. Pegue sua bandeira, seus adesivos e vá para as ruas defender a proposta do governo Lula, que mudou o país de forma profunda, retirando milhões da miséria e elevando outros tantos à classe média.
Participe das discussões nas redes socais. Defenda Dilma das mentiras com que adversários sem argumentos atacam nossa candidata. Alerte seus amigos contra as baixarias e as promessas de última hora de quem nunca defendeu o povo.
Busque informações nos sites Dilma13, ParticipaBR, Dilmanarede, Mulheres com Dilma e Galera da Dilma. E deixe conosco suas sugestões para o Brasil seguir mudando.
Acompanhe os Twitters @dilmabr, @dilmanaweb, @dilmanarede, @galera_dilma, @mulheres_dilma e @participabr.
Equipe Dilma13
...
*A carta (via e-mail) acima foi recebida ontem pelo Editor do Blog.
Como não poderia ser diferente, enfatizamos que 'estamos nessa', com todo empenho e garra!
Dia 31, com certeza, elegeremos a companheira Dilma a primeira Presidenta do Brasil.
-Para o país continuar avançando com liberdade, fraternidade, crescimento, democracia, inclusão e justiça social. (JG)
04 outubro 2010
VITÓRIA!

'Uma noite histórica'
Após a divulgação do resultado, o futuro governador se dirigiu ao comitê de campanha que funcionou durante três meses na Rua Barros Cassal, e fez a primeira declaração como governador eleito. “Estou convicto que nós tivemos um grande processo eleitoral. E nós vamos manter o diálogo ampliado para governar. Tenho certeza que o Rio Grande não irá se arrepender”, disse.
Ao lado da mulher Sandra, Tarso reconheceu que foi a maturidade do PT que fez a diferença para a volta do partido ao poder, desde o final do mandato de Olívio Dutra, em 2003. “Nós construímos esta vitória junto com nossos partidos coligados e com aqueles que reconheceram no nosso projeto a possibilidade de o estado crescer”, disse. E afirmou que irá ampliar a base do seu governo com o PDT. “Eu vou procurar o PDT para convidá-lo a entrar no nosso governo, por acharmos desde o princípio que eles tem mais afinidades conosco do que os nossos adversários”, falou.
Tarso disse que irá ouvir o PTB e o PP para saber o que os partidos pensam sobre o futuro do RS, mas ressaltou que não são passiveis de um trabalho conjunto os representantes do PSDB, PMDB e DEM. “Mas isso não quer dizer que não vamos dialogar com a oposição, pois tem quadros bons e que querem o melhor para o Rio Grande”, salientou.
A festa da vitória
O ato histórico foi comemorado com a militância na Avenida João Pessoa, fechada desde as 20h para a comemoração da Unidade Popular pelo Rio Grande. O caminhão de autoridades contou com deputados eleitos, lideranças políticas, e a chapa majoritária da coligação eleita.
A candidata que fez dobradinha com Paulo Paim, Abgail Pereira (PCdoB), foi a segunda pessoa a falar e teve o reconhecimento pelos colegas de campanha, devido à contribuição de sua candidatura na vitória de Paim. Ela foi chamada como a heroína da eleição 2010 dentro da coligação. “Eu quero dizer a vocês que eu estou muito mais experiente do que quando entrei nesta campanha. Tenho consciência do meu papel e do papel do meu partido nesta vitória”, disse.
O senador Paulo Paim (PT) falou em seguida e agradeceu o apoio dos candidatos da coligação e, em especial o de Abgail, Beto Grill, Olívio Dutra e dos prefeitos da Região Metropolitana, representados na figura do prefeito de Canoas, Jairo Jorge (PT), seu conterrâneo. “Como eu digo: cutucaram a onça com vara curta. E a resposta veio do chão das fábricas. Esta lutadora, Abgail, dizia que se ela não chegasse, eu tinha que chegar e na frente deles”, falou aos militantes quase sem voz.
Tarso Genro foi o último a falar e agradeceu o apoio da militância, além de recordar lideranças históricas que fizeram parte da trajetória de lutas sociais até o resultado desta eleição. “Ao longo da história do Rio Grande tivemos centenas de heróis que caminharam pelas ruas e lutaram por mais liberdade, justiça e dignidade. Quero salientar Leonel Brizola, Alberto Pasqualini, Alceu Collares e Olívio Dutra, que fizeram história e agora ofereceram suas histórias para o povo ver hoje a vitória da igualdade”, discursou.
Ao final da fala de Tarso foi executado o Hino Rio Grandense instrumental, permitindo o canto da letra em coro pelo povo.
A luta continua…
Em meio ao tremular das bandeiras e dos jingles dos candidatos eleitos, a coligação de Tarso Genro tinha uma preocupação: a possibilidade do segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). Embora sem a confirmação oficial, o resultado já exigiu uma postura de reforço dos discursos e um pedido de mais esforço dos militantes.
Todos que usaram o microfone fizeram apelos de apoio a Dilma à massa que comemorava a vitória de Tarso na Avenida João Pessoa. O pedido era de batalhar pelo projeto do presidente Lula, na continuidade de um governo com Dilma. Uma bandeira com a imagem de Tarso e Dilma foi colocada ao lado das bandeiras do Rio Grande do Sul e do Brasil. Ao final dos discursos, a primeira música que tocou para animar a militância foi o jingle de Dilma Rousseff. (Por Raquel Duarte)
Fonte: http://sul21.com.br
Foto: sítio Tarso 13 - Edição e grifos deste blog
03 outubro 2010
Boca de urna confirma vitória de TARSO no 1º turno
O resultado da pesquisa de boca de urna do Ibope para o governo do RS, divulgado a pouco, mostra TARSO com 53% dos votos válidos, seguido de Fogaça com 28% e Yeda com 15%.
Independente do resultado das urnas, os militantes e simpatizantes da Unidade Popular pelo Rio Grande são esperados, com música, telão e muita animação, a partir das 17h deste domingo (03), em frente à sede do Partido dos Trabalhadores (PT), Avenida João Pessoa 785, em Porto Alegre. O local é tradicional ponto de encontro das comemorações políticas das eleições municipais e estaduais.
Durante todo o dia, no lado de fora do comitê da Unidade Popular, Rua Barros Cassal, 68, também haverá telão com transmissão para os militantes e infraestrutura para atender a imprensa. Depois das 17h, após a divulgação da boca de urna, a Coordenação da campanha concede coletiva. Tarso Genro só deverá manifestar-se, em coletiva à imprensa, entre 20h e 21h, no comitê.
Depois desta manifestação, Tarso deverá dirigir-se à sede do PT, para integrar-se à festa da militância.
Fonte: sítio Tarso 13
É no 1º turno!

Presidente do PT: 'Com a militância na rua, vamos eleger Dilma no 1º turno'
O tracking do Vox Populi dá 53% dos válidos e que Dilma venceria no primeiro turno. Já o Ibope e o Datafolha, respectivamente, 51% e 50%. Levando em conta a margem de erro, a candidata petista poderia chegar a 53% e 52%.
Lançando mão de sua última bala, o Datafolha tenta injetar ânimo no desalentado eleitorado tucano-demista, estimulando-o a votar em peso, e, assim, tentar levar a eleição para o segundo turno. Curiosamente, comparando Datafolha e Ibope, o Datafolha, como fez ao longo de toda esta campanha, favorece os tucanos.
Para governador, o Datafolha diz que a fatura será liquidada no primeiro turno. Dá 55% dos votos válidos para Geraldo Alckmin (PSDB). Já o Ibope, 51%, e não descarta a possibilidade de segundo turno.
Para senador, o Datafolha diz que Netinho de Paula (PCdoB), Marta Suplicy (PT) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) estariam tecnicamente empatados . Netinho e Marta teriam 24% dos votos válidos e Aloysio, 20%. Já para o Ibope, Netinho e Marta estariam eleitos com 27% dos votos válidos. Aloysio teria 19%.
“A nossa esperança, a nossa força, são os militantes”, afirma José Eduardo Dutra. “Por isso, convoco todos a irem para a rua com as suas bandeiras. Vocês, sim, vão fazer a diferença. Vão fazer com que elejamos Dilma no primeiro turno e o Brasil, de Norte a Sul, continue mudando.”
Fonte: http://www.viomundo.com.br
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02 outubro 2010
CHEGOU A HORA!

'Caro militante':
*E-mail encaminhado pela Equipe Dilma ao Editor do Blog:
Sábado, 02 de outubro de 2010
Car@ militante,
As conquistas do governo do presidente Lula e os claros compromissos de Dilma reacenderam a vontade de todos de ir às ruas em defesa de mais avanços. Mas não apenas isso: milhões de pessoas se conectaram às redes sociais para opinar e compartilhar informações.
Sobretudo pela efetiva participação dos internautas, tivemos, talvez pela primeira vez na história, uma cobertura eleitoral democrática e plural. Por isso, queremos agradecer a cada um e a cada uma que dedicou seu tempo para agitar a internet e escrever esta vitória!
Mas a luta continua. Neste domingo, vamos fazer ainda melhor! Fotografe seu bairro, seu local de votação, sua família, seus amigos e amigas, e publique a foto e comente nas redes sociais. Seja nosso repórter por mais um dia e não esqueça de usar as hashtags #DiaD e #Dilma13.
Siga os Twitters @dilmanaweb, @dilmanarede, @galera_dilma, @mulheres_dilma e @participabr e fique por dentro de tudo o que acontece na nossa campanha em todo o Brasil.
Confira também os portais:
www.dilma13.com.br
www.dilmanarede.com.br
www.galeradadilma.com.br
www.mulherescomdilma.com.br
www.participabr.com.br
Equipe Dilma13
...
Neste 3 de outubro

Paulo Ferreira, juntamente comigo e com centenas de militantes das causas socialistas e democráticas, foi fundador do PT, lá nos idos de 1980. Não era fácil ser petista naquela época!
Conheço-o, portanto, há mais de 30 anos.
Não tenho dúvida de sua integridade, assim como de sua capacidade profissional e política, comprovada em tantos anos de luta e nas direções do PT/RS e Nacional.
Por isso, Ferreira 1351, além de meu amigo e conterrãneo (nasceu em Santiago/RS), é meu candidato à deputado federal nestas eleições, assim como o meu amigo Júlio Quadros 13000, ex-presidente do PT/RS e da CGTEE, candidato que apóio para deputado estadual.
Dilma, Tarso, Paim e Abgail dispensam maiores apresentações.
Venceremos!
*Cordial abraço e uma boa e democrática eleição para todos nós!
(Clique na 'cola' para ampliar)
01 outubro 2010
DILMA LÁ!

DEBATE COMPROVOU: DILMA É A CANDIDATA MAIS PREPARADA PARA SUCEDER LULA
A candidata pela coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, participou do último debate entre os candidatos à presidência nessa noite, na TV Globo, e mais uma vez demonstrou que é a postulante mais preparada para suceder o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela foi a única a apresentar propostas concretas para os problemas do país e a dizer como pode implantá-las - e não apenas fazer promessas irreais ou discursos vazios.
Dilma explicou, por exemplo, como fará para ampliar o número de moradias populares até 2014 com o programa Minha Casa, Minha Vida, que prevê a construção de 2 milhões de habitações em todo país. Foi a única a apresentar proposta clara em relação à segurança pública. E também apresentou soluçõs para reduzir a informalidade no mercado de trabalho no país, lembrando o recorde absoluto na criação de empregos no governo Lula.
“A Dilma foi disparada a melhor, a mais preparada a mais capacitada e que vai liderar o Brasil, pegar o bastão do presidente Lula e fazer o país continuar crescendo e distribuindo renda”, analisou o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que concorre à reeleição no estado.
Vantagem nas pesquisas
Segundo ele, Dilma lidera as pesquisas de intenção de voto justamente por pautar sua campanha com propostas claras para o desenvolvimento do Brasil. Cabral disse ter orgulho de saber que ela tem ampla vantagem sobre os adversários no Rio de Janeiro.
“Ela está ganhando essa luta por centrar sua campanha em propostas e assumir os compromissos de continuidade do governo Lula, aperfeiçoando no campo do desenvolvimento, da infraestrutura e da distribuição de renda", afirmou Cabral. "Por isso, ela vai ganhar a eleição. E tenho muito orgulho que aqui no Rio o povo do Rio de Janeiro estar dando uma forte liderança para ela.”
Para o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o debate foi excelente porque a candidata respondeu a todas as questões formuladas pelos adversários. “Foi excelente. Um debate de alto nível e a Dilma não deixou perguntas sem respostas. E agora é partir para os dois últimos dias ainda mobilizando a militância para tentar decidir a eleição no domingo”, convocou.
Um dos coordenadores da campanha de Dilma, o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP) afirmou que o debate ficou centrado nas propostas dos candidatos e isso vai ajudar o eleitor indeciso a definir seu voto pela candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando.
Debate de alto nível
Ao final do debate, Dilma concedeu uma breve entrevista coletiva e disse que gostou da oportunidade de debater em alto nível com os demais candidatos. “É contribuição para democracia que o Brasil tenha esse desempenho nas eleições. Somos uma das maiores democracias do mundo. Sem dúvida a maior democracia do mundo emergente", comentou.
Segundo ela, "nós podemos ter orgulho desse país estar sendo transformado com distribuição de renda, inclusão social e as pessoas subindo de vida na mais perfeita normalidade, sem atritos e sem nenhuma alteração na sólida democracia que ajudamos a construir nesses últimos anos”.
Herança de Lula
Questionada sobre o papel que Lula terá no seu eventual governo, a candidata voltou a dizer que além de aliada do presidente, ela é amiga pessoal dele. E isso torna a relação dos dois especial.
“Vai ser um governo que tem a mesma inspiração em relação ao projeto que vamos desenvolver. Eu tenho absoluto respeito pelo presidente Lula e, sobretudo, uma grande amizade. Trabalhamos juntos e enfrentamos muitos obstáculos e superamos desafios. Para mim é um orgulho ter conseguido o que conseguimos", finalizou.
"Ele [Lula] é um líder de primeira linha e qualquer presidente da República, não só do Brasil, gostaria muito de tê-lo como amigo como eu tenho. Sou objeto de uma certa inveja por aí”, disse, brincando.
Fonte: Dilma na Web
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FERREIRA 1351
Ferreira: 'Ninguém ganha eleição sem muito trabalho e vigilância até o último momento!'
Porto Alegre/RS - Com a participação de nove candidatos a Deputado Estadual, representações comunitárias, do movimento sindical, das Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e do Carnaval, entre outras, mais de mil pessoas participaram, no último dia 23, no Hotel Plaza San Rafael, em Porto Alegre, da Grande Plenária Final de Mobilização da Campanha do santiaguense Ferreira 1351 Deputado Federal. “Tudo o que fizemos até agora foi muito importante, mas nada está garantido. O grande julgamento da nossa campanha se dará no dia 3. Ninguém ganha eleição sem muito trabalho e vigilância até o último momento”, disse o candidato, na presença também de seu pai, Joventil Alves Ferreira, 79, que acompanhou toda a plenária.
“Nós plantamos muita coisa, e agora, a poucos dias da eleição, é o momento de começarmos a colher”, disse Ferreira, prevendo que “esta eleição vai ficar gravada na história do Brasil. A vitória da companheira Dilma no dia 3 é a garantia da continuação de compromissos e de um projeto nacional que deu certo. Vamos ter o aprofundamento de todas as políticas públicas, programas e projetos realizados pelo Presidente Lula nestes últimos oito anos”. Ele reconhece que “muita coisa ainda falta. Não estamos satisfeitos com a grande desigualdade social existente no País”.
Ferreira destacou também o quanto é importante a eleição de Paim 131 e Abgail 651, que “representam aquela diferença de legitimidade. A eleição do Paim é o coroamento para ganharmos de forma inteira. É indispensável que ele seja o Senador mais votado. Paim tem que ser o primeiro.
Ferreira informou durante a plenária que as últimas pesquisas dão Tarso à frente com mais de 46% das intenções de votos e que o resultado “aqui no Estado vai ser de lavar a alma. Vamos ganhar no primeiro turno, com Tarso aqui e com Dilma lá”.
*Com o sítio Ferreira na Web e Blog 'O Boqueirão' http://oboqueirao.zip.net/
30 setembro 2010
Viva o Brasil! Viva o Rio Grande!
*Último programa eleitoral da Unidade Popular pelo Rio Grande, exibido ontem à noite.
29 setembro 2010
Para os democratas e ambientalistas refletirem...
A ENDOGAMIA VERDE-LACERDISTA, A QUATRO DIAS DA URNA
Editorial da Agência Carta Maior: 'O arrastão do conservadorismo jogará todas as cartas nas próximas horas na tentativa de reverter a vantagem de Dilma, na prática ou no imaginário popular. Outros Datafolhas tentarão soprar a torcida pelo segundo turno, hipótese desautorizada nos últimos levantamentos da Sensus e do próprio Ibope.
Objetivamente, o conservadorismo nativo não tem nenhuma proposta, nenhum projeto capaz de mobilizar uma virada estatísticamente colossal, que envolveria a migração oito milhões de votos [leia entrevista de Marcos Coimbra, do Vox Populi, no Viomundo].
Resta-lhe, porém, uma endogamia publicitária apoiada em duas frentes, cujo desfrute mútuo produz efeitos não subestimáveis; a saber: I) soterrar os avanços sociais e econômicos dos últimos oito anos num 'mar de lama' cenográfico, anabolizado pelo dispositivo midiático até o dia da votação; II) usar --o termo é tristemente esse-- 'usar' Marina Silva como glacê verde do udenismo lacerdista, emprestando-lhe um frescor de photoshop que a direita nunca teve neste país e Serra, naturalmente, foi incapaz de suprir.
Sim, a aliança de forças pró-Dilma também inclui remanescentes da direita e centro direita abrigados em partidos aliados. A diferença na história é sempre quem detém a hegemonia do processo. Do lado de Dilma, em última instancia, são os sindicatos operários e os movimentos sociais que concentram uma capacidade de mobilização capaz de fazer a diferença no prato da balança política.
Quando Serra e a mídia atacam o que denominam de 'aparelhismo' do Estado e vociferam contras as 77 conferência nacionais realizadas pelo governo Lula, que mobilizaram mais de cinco milhões de pessoas no país, esse é o seu alvo , ou alguém acredita que a pauta do 'mar de lama' reflete valores éticos do jornal O Globo?
No caso de Marina Silva, cabe indagar para qual margem da disputa hegemônica estão sendo arrastados os votos dirigidos a uma suposta candidatura de 'terceira via', essa dissimulação ideológica que a crise mundial do capitalismo cuidou mais uma vez de desnudar.
Objetivamente, acima de ressentimentos e divergencias superáveis, esse é o quadro sobre o qual o ambientalismo progressista e os democratas devem refletir, a quatro dias da urna.' (Carta Maior e a hora da decisão, 29-09)

