Charge do Aroeira
Da Redação do Viomundo*
A fotografia publicada na capa da Folha de S. Paulo de quinta-feira, 19/01, gerou debate e indignação nas redes sociais e nas redações.
Entre as muitas manifestações publicadas, selecionamos três:
— Tuíte de Renata Mielli (@renatamielli), jornalista e secretária-geral do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.
— Comentário de Laurindo Lalo Leal Filho (@Lalolealfilho), jornalista, professor da Escola de Comunicações e Artes da USP (ECA-USP)
— Reportagem de Maria Luiza Franco Busse e Moacyr Oliveira Filho, diretores da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) @ABI_Nacional.
Laurindo Lalo Leal Filho (@Lalolealfilho) e a reportagem de Maria Luiza Franco Busse e Moacyr Oliveira Filho, diretores da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) @ABI_Nacional
Logo cedo, Renata Mielli (@renatamielli) denunciou no twitter:
A irresponsabilidade da Folha é gravíssima. O jornalismo tipo “lacração” que se pousa de isento, neutro e imparcial incita a animosidade, alimenta ódios e aprofunda a criminalização da política.
Esses elementos contribuem para a construção do extremismo de direita no Brasil responsável pelo golpe em 2016, pela eleição de Bolsonaro, pelo atentado contra o Estado Democrático de Direito deste 08 de janeiro.
Discutir o papel da imprensa na sociedade contemporânea é urgentíssima.
Renata postou a fotografia da capa da @folhadespaulo, comparando-a outras duas publicadas pelo Estadão (@oestadodoseupaulo) com imagens da então presidenta Dilma Rousseff.
Uma, com o rosto de Dilma em chamas, é de 2016, época do impeachment. A outra, Dilma sendo atravessada por uma espada, é de 2011.
Renata legendou: O tal do “jornalismo profissional” e o ódio na política. (...)
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